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Archive for the ‘IPHAN’ Category

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O Iphan/Monumenta/UNESCO realiza, desde setembro de 2011, o registro fotográfico e textual da obra de restauração do Casarão 8. O projeto, que tem somente quatro meses de duração, está sendo desenvolvido pela arquiteta Ana Luisa Furquim Bezerra, selecionada entre outros candidatos, pelo Edital federal N° 010/2011.

Entre os motivos que levaram a Superintendência do Iphan no Rio Grande do Sul a tomar a iniciativa para realização deste registro está, além da riqueza das técnicas decorativas empregadas na construção do Casarão8, a qualidade na execução dos serviços de restauração. O corpo técnico envolvido na obra foi qualificado em 2007-2008, em um curso sob a forma de canteiro-escola realizado na cidade, pelo Instituto Ítalo-Latino Americano (IILA), em colaboração com o Iphan e em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense de Pelotas (IFSUL). Desde então a equipe vem atuando na cidade e arredores, executando trabalhos de notável qualidade, como na vizinha Casa 6 e no Teatro Esperança, em Jaguarão, entre outras obras de propriedade privada.

Segundo a arquiteta, o principal objetivo deste trabalho é que o “saber fazer” dos artífices – os procedimentos, as técnicas e materiais de restauração empregados – constitua registro para as próximas gerações. Ainda, o fato dos registros serem realizados diariamente, a campo, proporciona o envolvimento dos próprios artífices e demais funcionários da obra com o registro, o que facilita e enriquece o trabalho.

Dentre os produtos finais a serem entregues para o Iphan estão previstos quatro relatórios, contendo fotos dos processos de restauração acompanhadas pela descrição dos serviços, porém algumas informações estão sendo acrescentadas ao texto com o intuito de introduzir o leitor ao contexto do Casarão 8. Entre elas está um glossário com a terminologia das técnicas e materiais utilizados na obra, assim como dos elementos decorativos das fachadas.

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Para a arquiteta, o trabalho tende a ser o início de projetos que contemplem a produção de mídias – como é o caso do blog – pelas quais a sociedade pelotense possa acessar os serviços que estão sendo realizados na restauração do Casarão 8, assim como informações sobre a sua história, ao mesmo tempo em que se apoderam deste valioso patrimônio.

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A UFPel firmou no dia 11 de agosto de 2010, no Núcleo de Assessoramento Jurídico da Advocacia-Geral da União (NAJ/AGU), em Porto Alegre, compromisso definitivo em restaurar o Casarão 8, através do lançamento do edital de licitação. Com esta medida a Universidade pretende fortalecer a memória local e a diversidade cultural e recolocar o Casarão 8 na vida cultural da cidade.

O restauro é necessário para a preservação deste importante patrimônio cultural e a adequação das instalações ao novo uso. Em 2009, a Universidade deu início ao restauro emergencial do Casarão com o intuito de conter o processo de degradação que a obra sofria em função da ação do tempo, da falta de manutenção e de cuidados adequados. Nesta etapa, foram feitos reforços na estrutura, recuperação de esquadrias, recuperação da instalação elétrica entre outras medidas emergenciais.

O projeto de restauro definitivo mantém todas as características originais do prédio e foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional – Iphan, após longo período de análise e adequação do projeto às normas técnicas. Considerando o interesse público e científico, o Casarão sediará o Museu do Doce e o Museu da Antropologia e Arqueologia, além de uma sala de cinema, auditório, salas de exposição permanente, uma sala de exposição temporária, espaço para oficinas e ações educativas, um laboratório de conservação, setor administrativo, área de acolhimento e convivência e um local destinado para estudos e pesquisas.

Museu de Antropologia e Arqueologia

De acordo com o presidente da Comissão de Implantação do Museu de Antropologia e Arqueologia, Pedro Luis Machado Sanches, é importante que parte do espaço físico seja destinada às exposições temporárias e outras atividades que promovam a integração da comunidade. “Enquanto espaço de localização privilegiada, o museu deve servir de aglutinador de interesses diversos de diferentes áreas de conhecimento presentes na universidade e também o espaço de expressão de grupos sociais diversos”, disse o presidente.

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Conter o processo de degradação do tradicional casarão localizado na praça Coronel Pedro Osório, esquina Barão de Butuy, foi o primeiro passo para a recuperação total do imóvel, adquirido pela Universidade Federal de Pelotas(UFPel) em dezembro de 2006 e considerado um dos cartões postais de Pelotas.

O restauro emergencial contemplou intervenções na estrutura do telhado, com a recomposição e reforço estrutural da cimalha, substituição de ripamento e da cama de telhas e confecção de novos rufos. Além disso, foram feitos outros reparos necessário como a recuperação das esquadrias, substituição e reforço do barroteamento do piso, recuperação da parte elétrica, revisão do sistema de drenagem do porão, imunização contra insetos e execução do fechamento provisório.

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